Os jornais de hoje trazem duas manchetes interessantes:
Público:
Quarenta mil idosos passam fome em Portugal
Pelo menos 40 mil idosos portugueses não têm capacidade financeira para comprar alimentos, concluiu um inquérito realizado pela Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco). De acordo com o mesmo estudo, o custo dos produtos alimentares é ainda uma das razões para que não consumam refeições mais saudáveis.
http://www.publico.clix.pt/Sociedade/quarenta-mil-idosos-passam-fome-em-portugal_1407052?utm_source=Publico&utm_medium=twitter
Correio da Manhã
Reforma milionária para 751 pensionistas
O número de beneficiários do regime geral da Segurança Social com uma pensão mensal superior a 5030 euros, correspondente a 12 Indexante de Apoios Sociais (IAS), abrangia, em Setembro deste ano, 751 pessoas, um aumento de quase 31 por cento face a 2006.
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=DF2100F1-4095-4F1F-9D91-FEBFFF4FD221&channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181
É o país que temos....
terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Já começaram a falar II
Maria do Carmo, Governadora Civil
'espero que os despedidos sejam absorvidos por outras empresas da Guarda...'. Afirmou ainda que "já tinha encetado conversações com esssa outras empresas no sentido de resolver o problema".
'espero que os despedidos sejam absorvidos por outras empresas da Guarda...'. Afirmou ainda que "já tinha encetado conversações com esssa outras empresas no sentido de resolver o problema".
Já começaram a falar...
Joaquim Valente, Presidente da Câmara: Os 500 trabalhadores da fábrica Delphi que forem despedidos terão os seus direitos salvaguardados e receberão «tudo aquilo a que têm direito. Numa fase destas, em que não há encomendas, há despedimentos de trabalhadores, mas o Ministério da Economia financiou também a Delphi, através de projectos que foram apresentados, e, nesse sentido, há uma obrigação do cumprimento integral dos direitos dos trabalhadores».
O socialista disse ainda que, numa reunião com responsáveis pela multinacional foi-lhe dito «que nunca acontecerá que os dois cônjuges sejam despedidos».
TSF
João Prata, Presidente da Juanta:
"O que me surpreende mais é que nós não estejamos a acautelar devidamente, do ponto de vista legislativo e do ponto de vista dos apoios sociais e profissionais, uma outra geração de apoios públicos para as pessoas que fiquem desempregadas", alertou o social-democrata, manifestando a sua preocupação com o futuro dos desempregados, que já apontam a emigração "como única porta que se lhes abre".
Consciente da existência das medidas de apoio (...) João Prata preferia ver privilegiada uma resposta que tivesse "muito mais em mente a ideia de incentivar o auto-emprego, de criação de pequenas ou micro empresas".
João Prata lança ainda um apelo às instituições bancárias para que - no que respeita à situação dos trabalhadores com empréstimos à habitação - ponderem "as possibilidades de garantir que as pessoas, de um momento para o outro, também não fiquem sem a sua própria casa, sem os seus próprios bens, em função daquilo que vai ocorrer no seu local de trabalho".
(RTP)
Honorato Robalo, coordenador da USG
Os sindicatos exigiram a aplicação de "um plano integrado de desenvolvimento" que, acreditam, evitará o despedimento de meio milhar de operários da fábrica de cablagens para automóveis.
Temendo que esteja em preparação uma deslocalização da unidade fabril, o responsável sindical afirma que a "grande preocupação" da USG é "evitar os despedimentos e, sobretudo, a possibilidade do hipotético encerramento da Delphi a curto prazo".
"Será que o grupo Delphi não tem uma perspectiva de deslocalização da própria empresa da Guarda?"
Os financiamentos do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) deveriam ser aproveitados "para a requalificação" da unidade mediante "um plano integrado, com regras de transparência e de obrigatoriedade para a empresa cumprir os deveres".
(RTP)
O socialista disse ainda que, numa reunião com responsáveis pela multinacional foi-lhe dito «que nunca acontecerá que os dois cônjuges sejam despedidos».
TSF
João Prata, Presidente da Juanta:
"O que me surpreende mais é que nós não estejamos a acautelar devidamente, do ponto de vista legislativo e do ponto de vista dos apoios sociais e profissionais, uma outra geração de apoios públicos para as pessoas que fiquem desempregadas", alertou o social-democrata, manifestando a sua preocupação com o futuro dos desempregados, que já apontam a emigração "como única porta que se lhes abre".
Consciente da existência das medidas de apoio (...) João Prata preferia ver privilegiada uma resposta que tivesse "muito mais em mente a ideia de incentivar o auto-emprego, de criação de pequenas ou micro empresas".
João Prata lança ainda um apelo às instituições bancárias para que - no que respeita à situação dos trabalhadores com empréstimos à habitação - ponderem "as possibilidades de garantir que as pessoas, de um momento para o outro, também não fiquem sem a sua própria casa, sem os seus próprios bens, em função daquilo que vai ocorrer no seu local de trabalho".
(RTP)
Honorato Robalo, coordenador da USG
Os sindicatos exigiram a aplicação de "um plano integrado de desenvolvimento" que, acreditam, evitará o despedimento de meio milhar de operários da fábrica de cablagens para automóveis.
Temendo que esteja em preparação uma deslocalização da unidade fabril, o responsável sindical afirma que a "grande preocupação" da USG é "evitar os despedimentos e, sobretudo, a possibilidade do hipotético encerramento da Delphi a curto prazo".
"Será que o grupo Delphi não tem uma perspectiva de deslocalização da própria empresa da Guarda?"
Os financiamentos do QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) deveriam ser aproveitados "para a requalificação" da unidade mediante "um plano integrado, com regras de transparência e de obrigatoriedade para a empresa cumprir os deveres".
(RTP)
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Despedimentos na Delphi Ninguém está preocupado
A Delphi da Guarda vai despedir 500 trabalhadores. E ainda ninguém disse nada…
Senhor Presidente da Câmara reeleito, dou-lhe a palavra…
Senhores deputados da nação recém eleitos pelo círculo, tenham a bondade…
Senhora governadora civil a findar funções, faça o favor…
Senhor Presidente da Câmara reeleito, dou-lhe a palavra…
Senhores deputados da nação recém eleitos pelo círculo, tenham a bondade…
Senhora governadora civil a findar funções, faça o favor…
Que José Ambrósio vos acuda, que é o único que vos vai valendo....
Deus que mata
O novo livro do Nobel ainda não tinha sequer sido folheado, já os críticos lhe lançavam as primeiras pedras. As reacções às declarações de Saramago na apresentação do livro foram intempestivas e escusadas. “Matar, matar, matar” , foram as palavras que caíram mal aos senhores da Igreja. Mas não foi isso que as religiões fizeram e continuam a fazer ao longo da história da humanidade? As cruzadas, a jihad, a inquisição… alguém consegue negar que a religião tem sido o maior argumento para matar?
Mas Saramago devia ter ficado calado, agora exprimir as suas opiniões… Onde é que já se viu??? Neste país nem um Nobel parece usufruir de liberdade de expressão. Ai és ateu? Então deves renunciar à nacionalidade portuguesa! Mas por cá já estamos habituados, tantos anos de salazarismo, deixaram-nos esta amarga herança.
Para quem está contra Saramago aconselho a leitura de Firth, para quem “Há uma verdade em toda a religião. Mas é uma verdade humana, não uma verdade divina”, ou Weber, Feuerbach ou até mesmo Marx… As religiões são uma criação mundana que se vão alterando ao longo do tempo, para que cumpram com as suas funções sociais.
Eu até acredito em Deus (às vezes a custo!), mas nunca em religiões….
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
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